Motor económico de Marrocos, Casablanca não se resume às suas torres modernas: a cidade branca cultiva um contraste permanente entre o seu património colonial Art Déco, os seus bairros tradicionais, como o Habous, e a Mesquita de Hassan II, que domina o Atlântico. Ficámos encantados com esta metrópole cosmopolita que combina o seu passado com o seu presente agitado, entre monumentos emblemáticos, mercados animados e longas praias ao longo da sua Corniche. Uma semana no local permite-lhe dedicar tempo a descobrir a cidade em profundidade, ao mesmo tempo que faz excursões a Rabat ou a El Jadida.
Eis o nosso itinerário ideal para passar uma semana em Casablanca, acompanhado das nossas inúmeras fotografias!

Esta é uma opinião completamente independente, baseada na nossa própria experiência. Visitámos a região de forma anónima, fazendo as nossas próprias escolhas e pagando as nossas contas na totalidade.
Visitar Casablanca em 7 dias: conselhos práticos
O que se pode visitar em Casablanca numa semana? É tempo suficiente?
Uma semana permite conhecer o essencial da cidade, incluindo a Mesquita Hassan II, Habous, o Mercado Central e a Corniche, reservando ao mesmo tempo dois dias para fazer excursões a Rabat e El Jadida. Descubra todas as atrações de Casablanca no nosso artigo.

Mapa das atracções obrigatórias
Para o ajudar a orientar-se ao ler o nosso itinerário abaixo, eis o nosso mapa das principais atrações turísticas de Casablanca:

Deslocar-se em Casablanca sem carro
Casablanca dispõe de uma rede de 4 linhas de elétrico (CasaTramway) que serve a maioria dos locais do nosso itinerário: a linha T1 liga, nomeadamente, a Praça Mohammed V, a Avenida Hassan II e o bairro do Oasis, enquanto a linha T3 permite chegar aos Habous. A rede de autocarros urbanos completa esta malha, com, por exemplo, a linha L005, que serve a Mesquita Hassan II e a zona de Aïn Diab. Recomendamos igualmente o pequeno táxi vermelho, a cor oficial dos táxis de Casablanca, ou as aplicações de VTC para percursos mais longos, como o que conduz ao Farol de El Hank. É perfeitamente possível passar uma semana sem carro recorrendo a estas opções, uma vez que o carro só é realmente útil para excursões nos arredores da cidade.

Onde ficar em Casablanca
ONDE FICAR EM Casablanca
Os nossos favoritos: bairros e hotéis
Corniche / Aïn Diab –
Hotel Four Seasons – ver preços, fotos e disponibilidade
Gauthier / Sidi Belyout –
Hotel Le DOGE Relais & Châteaux – ver preços, fotos e disponibilidade

Veja a nossa seleção completa dos melhores hotéis em Casablanca
O nosso itinerário ideal: 7 dias em Casablanca
Procurámos equilibrar este itinerário entre o património religioso, os bairros populares, o património colonial e a zona costeira, alternando dias na cidade com excursões aos arredores.
Dia 1 – Mesquita Hassan II e orla marítima
9h-11h: Mesquita Hassan II
Para dar início a esta semana em Casablanca, dirigimo-nos à Mesquita Hassan II, situada entre o porto e o Farol de El Hank. Obra-prima construída entre 1987 e 1993, ostenta um dos minaretes mais altos do mundo, com 210 m de altura. Ficámos impressionados com a grandiosidade do local e com o requinte do trabalho artesanal: mármore de Agadir, madeira de cedro do Atlas, tadelakt tradicional e zellige adornam cada recanto. Sabia que esta é uma das poucas mesquitas do mundo que permite visitas a não muçulmanos? A visita guiada tem a duração de 1 hora, seguida de um passeio pela esplanada e pela mediateca. Reserve já o seu bilhete!

14h-18h: Corniche e Praia de Aïn Diab
À tarde, dirija-se à Corniche, este longo passeio de 8 km ladeado por palmeiras ao longo do Boulevard do Oceano Atlântico. Apreciámos as cores do pôr-do-sol e o agradável aroma a iodo que acompanha o passeio. A Praia de Aïn Diab, com 2 km de extensão, é a mais emblemática do litoral de Casablanca: voltamos sempre lá devido ao seu ambiente animado e popular, entre passeantes, famílias e jogos de futebol na areia. Não é a praia mais tranquila, mas capta bem o ambiente balnear da cidade. Uma ciclovia acompanha a orla marítima, para um passeio mais desportivo.

Dia 2 – Habous, iguarias e arquitetura Art Déco
10h00-12h30: Bairro dos Habous
Seguimos para o bairro dos Habous, construído no início do século XX e concebido como uma «Nova Medina» pelos arquitetos franceses Henri Prost e Albert Laprade. Irá mergulhar no ambiente tradicional de Marrocos, entre ruelas ladeadas por arcadas, lojas de artesãos e pátios interiores tranquilos. Adoramos este bairro pelas suas cores e pela sua autenticidade, longe do traçado labiríntico das antigas medinas. Ao longo do passeio, poderá avistar a Mesquita Al-Mohammadi, cujo minarete esculpido se inspira na Koutoubia de Marraquexe, bem como o museu Dar Al Ala, dedicado à música mourisco-andaluz. Recomendamos que planeie a visita de manhã: algumas lojas encerram às sextas-feiras e aos domingos.

Antes de sair do bairro, faça uma paragem na Pâtisserie Maison Bennis, fundada em 1930 e que, há já quatro gerações, perpetua a arte da pastelaria marroquina. Nós passamos por lá sempre que por lá passamos! Aí poderá saborear «cornes de gazelle», biscoitos crocantes de sésamo ou o famoso «Ghriyba Bahla», um bolo marroquino de textura fundente.

14h-17h: Nas pegadas do Art Déco
A tarde é dedicada ao rico passado colonial da cidade. A Praça Mohammed V, construída em 1920 e conhecida pela sua fonte dos pombos, constitui um belo exemplo do estilo Art Déco, tal como a Estação de Correios, que também data de 1920, e o Palácio da Justiça, construído em 1925. Ficámos encantados com o Cinema Rialto, concebido em 1930, cuja cúpula se eleva a 14 m de altura. Poderá também apreciar a fusão entre a arquitetura moderna e o estilo neomaurisco, visível na fachada do Bank Al Maghrib, no Boulevard de Paris.

AS NOSSAS DICAS PARA ALUGAR UM CARRO EM Marrocos
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- Um bom motor
- Para uma maior escolha, reserve com antecedência.

Dia 3 – Mercado Central e centro histórico
9h-11h: Visita ao Mercado Central
Construído entre 1918 e 1919 pelo arquiteto Pierre Bousquet, o Mercado Central combina funcionalidade e o charme mourisco nas suas elegantes arcadas. Ficámos encantados com a atmosfera animada que reina nas ruelas, entre bancas de fruta, flores e peixe fresco. Poderá descobrir a rotunda central reservada aos vendedores de peixe e apreciar as fontes em zelliges que proporcionam frescura e ventilação ao mercado. Inúmeros bares permitir-lhe-ão também saborear novos sabores e conversar com os comerciantes. Classificámo-lo aqui como um dos melhores mercados de Casablanca!
Deixe-se tentar por uma visita culinária ao mercado com degustações e almoço!

14h-17h: Praça das Nações Unidas e Bab Marraquexe
Continue até à Praça das Nações Unidas, anteriormente conhecida como Praça de França, projetada em 1915 pelo arquiteto Joseph Marrast. Aí se encontram o Hotel Excelsior, um belo exemplo do estilo Art Déco, e as Galerias Modernas. Ficámos impressionados com o contraste entre a arquitetura colonial e a animação tipicamente marroquina do bairro. Nas proximidades, a antiga medina de Marraquexe, construída em 1770, revela-se através das suas ruelas pedonais e das grandes entradas do seu souk, atualmente em renovação. Reserve algum tempo para admirar os seus arcos em pedra talhada e os seus motivos ornamentais.

Termine o dia a poucos minutos dali, na antiga Igreja do Sagrado Coração, restaurada e reaberta em novembro de 2023 como espaço cultural. Construída entre 1930 e 1953, combina os estilos Art Déco, neogótico e neomourisco. Gostámos dos seus contrafortes decorativos e dos seus vitrais modernistas, agora realçados por uma programação cultural regular.

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Dia 4 – Excursão a Rabat, capital e cidade imperial
9h-12h: Kasbah dos Oudayas e Torre de Hassan
A uma hora de carro ou a uma hora de comboio, Rabat é, na nossa opinião, a primeira excursão a considerar a partir de Casablanca: próxima, rica em património e agradável de visitar. Fundada pelos Almorávidas e fortificada pelos Almoadas no século XII, a Kasbah dos Oudayas constitui o coração histórico da cidade. Poderá passear pelas suas ruelas brancas e azuis, bem como pelo seu jardim de inspiração hispano-mourisca, antes de desfrutar da vista sobre o Atlântico a partir das suas muralhas. Apreciámos o ambiente mais tranquilo do que em Casablanca, o que torna a visita particularmente agradável.

Continue até à Torre Hassan e ao Mausoléu de Mohammed V, o conjunto monumental mais emblemático da capital: a torre é um minarete inacabado do século XII que se destinava a ser o mais alto do mundo muçulmano.

14h-18h: Chellah e a medina de Rabat
Para dar um toque arqueológico ao seu dia, visite o Chellah, antiga cidade romana de Sala Colonia que se tornou uma necrópole merinida: jardins repletos de cegonhas, vestígios de um fórum, um arco do triunfo e termas antigas contam parte da história da cidade. Em seguida, dirija-se à medina de Rabat, menos agitada do que as de Marraquexe ou Fez, onde poderá passear entre portas ornamentadas e lojas de artesanato. Recomendamos que termine o percurso com um passeio ao longo do rio Bouregreg, com a Kasbah de um lado e a medina de Salé do outro, particularmente bela ao pôr-do-sol. Pode chegar a Rabat de comboio através da rede ONCF, ou numa excursão guiada com transporte incluído. Reserve a sua excursão guiada a Rabat a partir de Casablanca!

Dia 5 – Museus e património cultural
10h00-12h00: Museu do Judaísmo Marroquino
Primeiro museu do género inaugurado em 1997 no mundo árabe, o Museu do Judaísmo Marroquino situa-se no bairro do Oásis. Gostámos da diversidade das peças expostas, desde objetos de culto tradicionais a joias finamente cinzeladas, bem como dos trajes de noiva em tamanho real que revelam as especificidades de cada cidade marroquina. A coleção permanente foi enriquecida em 2019 por uma importante doação de obras de arte do cantor de ópera e ator David Serero. Preveja entre 1 e 2 horas para a visita, consoante o seu interesse; o bilhete dá também acesso ao Museu de El Mellah no mesmo dia (situado na medina).

14h-18h: Museu Abderrahman Slaoui, Parque da Liga Árabe e Igreja de Nossa Senhora de Lourdes
À tarde, mergulhe na arte e no artesanato marroquino no Museu da Fundação Abderrahman Slaoui, situado em frente à antiga Igreja do Sagrado Coração. Ficámos impressionados com a riqueza da sua coleção privada: pinturas, cartazes do período colonial, joias e cerâmicas. Termine com uma pausa no café do último andar, rodeado de cartazes vintage e com uma bela vista sobre a antiga igreja. Aliás, incluímo-lo aqui na nossa lista dos melhores museus de Casablanca.

Nas proximidades, deixe-se surpreender pelo Parque da Liga Árabe. Totalmente restaurado, merece plenamente a sua visita e situa-se a apenas 10 minutos a pé do Museu da Fundação Abderrahman Slaoui. Um pulmão verde no coração da cidade, recomendamos-lhe este local para um passeio sob as palmeiras, uma pausa em família ou simplesmente para descansar entre duas descobertas urbanas. Este parque paisagístico de 30 hectares, considerado um dos mais belos de Marrocos, oferece uma pausa bem-vinda numa cidade tão densamente povoada como Casablanca. Se assim o desejar, pode também visitar este parque durante meio dia ou um dia inteiro, aproveitando o parque infantil e a área de piquenique!

Por fim, a 15-20 minutos a pé (ou a menos de 10 minutos de carro), a Igreja de Nossa Senhora de Lourdes deixou-nos maravilhados com os seus espetaculares vitrais do pintor Gabriel Loire, que se contam entre os maiores vitrais do mundo, uma vez que cobrem uma superfície muito vasta. Irá também descobrir uma reprodução fiel da gruta dos Altos-Pirenéus, testemunho da ligação entre a França e o Marrocos.

Dia 6 – Farol de El Hank e praias do litoral
10h00-12h00: Farol de El Hank
Com vista para a costa atlântica, o Farol de El Hank foi restaurado pelo arquiteto Albert Laprade em 1916. Ficámos interessados em saber que desempenhou um papel crucial no desenvolvimento económico da cidade, garantindo a segurança do acesso ao porto, outrora considerado perigoso. Emite três sinais agrupados a cada 15 segundos, com um alcance de 30 milhas marítimas, ou seja, 55 km. Para os mais ousados, é possível subir os 256 degraus que conduzem à plataforma superior e desfrutar de uma vista panorâmica sobre o oceano e a cidade. Não há elétrico nas proximidades; recomenda-se que opte por um táxi oficial ou um serviço de transporte privado para chegar ao local.

14h-18h: Praia de Lalla Meryem
Continue a pé até à Praia de Lalla Meryem, a norte do bairro de Aïn Diab, cuja areia dourada se estende por vários quilómetros, sem construção densa na sua orla marítima. Este ambiente preservado marcou-nos, algo raro nas proximidades de uma grande metrópole. Durante a nossa visita, a neblina que envolvia o Farol de El Hank criava um cenário bastante impressionante. A praia é ideal para famílias, graças às suas instalações completas: chuveiros, casas de banho, vestiários e vigilância na época alta. Ao fim do dia, os pores-do-sol sobre o Atlântico são frequentemente espetaculares.

Dia 7 – Excursão a El Jadida, cidade portuguesa
10h00-13h00: A Cidade Portuguesa e a Cisterna
Para encerrar esta semana, rumo a El Jadida, a 1h15min de carro de Casablanca. Esta cidade costeira alberga um património arquitetónico português único no Norte de África. Recomendamos esta excursão a todos aqueles que desejam sair dos circuitos habituais: a cidade é acessível, pouco frequentada pelo turismo de massa e reserva descobertas arquitetónicas inesperadas. O ponto alto da visita é a cidade portuguesa, cujas muralhas bem conservadas circundam uma cidade interior com ruelas tranquilas que datam do século XVI. A Cisterna Portuguesa constitui normalmente o ponto alto da visita, mas o seu acesso está sujeito a obras de reabilitação em curso. Verifique se está aberta antes de planear a visita.

14h-17h: Praia de Sidi Bouzid
À tarde, para além das muralhas, a Praia de Sidi Bouzid permite-lhe prolongar o dia de forma agradável, com a areia fina como pano de fundo. Tenha cuidado se for dar um mergulho: as ondas e a corrente são bastante fortes. Basta um dia inteiro para explorar a cidade portuguesa e desfrutar da praia. El Jadida é acessível de comboio ou de carro; o carro continua a ser a opção mais prática, sobretudo se pretender chegar facilmente à Praia de Sidi Bouzid. Reserve a sua excursão privada a El Jadida a partir de Casablanca!

Alternativa 1: uma semana em Casablanca com as crianças
Várias atividades do nosso itinerário já são adequadas para famílias: a Mesquita Hassan II oferece uma visita guiada adaptada a crianças a partir dos 4-5 anos, e o Museu do Judaísmo Marroquino também se presta a uma visita em família. Para enriquecer a semana, sugerimos que inclua o Anfa Park, um espaço verde de 50 hectares com parques infantis, fontes e oficinas lúdicas, ou o Parque Sindibad, junto à Corniche, que oferece diversas atrações para grandes e pequenos. O Bowling e Aquaparc de Tamaris, em Dar Bouazza, complementa na perfeição um dia de diversão com bowling, jogos e parque aquático. O Parque AMUZEUM, também em Dar Bouazza, e a Floresta de Bouskoura, na estrada para o aeroporto, oferecem alternativas na natureza e jogos educativos. Por fim, o Café Cultural Papers Club propõe brunchs e atividades culturais adaptadas às famílias.

Alternativa 2: um dia com o melhor de Casablanca
Se o seu tempo for limitado, eis como condensar o essencial num único dia: comece cedo com a visita guiada à Mesquita Hassan II, continue com um passeio pelo bairro dos Habous, incluindo uma paragem gastronómica na Maison Bennis, e depois dirija-se ao Mercado Central para almoçar. Termine a tarde com um passeio pela Corniche até à Praia de Aïn Diab para apreciar o pôr-do-sol sobre o Atlântico. Este itinerário condensado permite-lhe apreciar as múltiplas facetas da cidade sem necessidade de excursões.

Alternativa 3: com mais excursões
Casablanca é um excelente ponto de partida para explorar outras partes do país. Se tiver tempo disponível, Marraquexe, a cidade vermelha, fica a 3 horas de carro ou de comboio e conta com a medina classificada pela UNESCO, o Jardim Majorelle e a Praça Jemaa El-Fna. Fez, a 3h15min, alberga a medina mais antiga do mundo e as famosas curtumes de Chouara. Tânger, porta de entrada entre a Europa e África, fica a 2h de viagem no comboio de alta velocidade Al-Boraq. Chefchaouen, a pérola azul do Rif, fica a 5 horas de carro e é o local ideal para passar uma noite no local. Essaouira, a 4h30, cativa pela sua medina classificada pela UNESCO e pelo seu animado porto de pesca. Por fim, Meknès, menos frequentada do que Fez ou Marraquexe, merece uma visita pela sua Bab Mansour e pelas suas Estábulos Reais, a cerca de 3 horas de carro, sendo frequentemente combinada com o sítio arqueológico de Volubilis.
Descubra todas as nossas sugestões de excursões a partir de Casablanca neste artigo.

Alternativa 4: um dia nas praias nos arredores de Casablanca
Se o seu objetivo é relaxar, há várias praias que merecem uma visita fora da Corniche urbana. A Praia de Tamaris, a sudoeste, cativa pelas suas longas extensões de areia e pelos seus restaurantes onde se pode comer com os pés na areia. A Praia de Dar Bouazza, a cerca de 40 minutos de carro, é uma das mais bem equipadas da região, com espreguiçadeiras, guarda-sóis e restaurantes com vista para o oceano. Para um ambiente mais selvagem, a Praia Madame Choual, sem vigilância nem infraestruturas, é muito apreciada por surfistas e corredores. A norte, em direção a Rabat, as praias de Bouznika e Skhirat oferecem um ambiente mais espaçoso e tranquilo do que as praias urbanas de Casablanca, a menos de uma hora de carro.


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O que deve saber para a sua semana em Casablanca
Onde comer em Casablanca
Irá constatar que a cena gastronómica de Casablanca é rica e variada! Recomendamos especialmente o Restaurante Rick’s Café, com cozinha de alta qualidade num ambiente mítico inspirado no filme americano «Casablanca», dos anos 40, e o Restaurante Gare aux Gorilles, com um menu «bistronómico» inovador num ambiente colorido. Se procura um restaurante gastronómico, dirija-se ao Restaurante Table III, onde o chef Fayçal Bettioui irá deliciar o seu paladar ao longo de vários pratos. Para uma cozinha tradicional marroquina no coração das muralhas da cidade velha, dirija-se ao Restaurante e Café Maure La Sqala. Apreciamos também o Café Cultural Papers Club, situado em frente ao Estádio Mohammed V, um espaço acolhedor para encontros, leituras e workshops, onde se pode alimentar tanto da cultura como da gastronomia local. Na Corniche, o Restaurante Cabestan Ocean View, especializado em marisco e peixe, bem como o Restaurante La Ola e o Restaurante Le Basmane, completam na perfeição um dia passado na zona de Aïn Diab. O nosso artigo com uma lista de todos os nossos locais recomendados para comer em Casablanca está disponível aqui

O tempo em Casablanca
No inverno, Casablanca goza de um clima geralmente ameno, com temperaturas que raramente descem abaixo dos 15 °C (59 °F) ou ultrapassam os 22 °C (71,6 °F) durante o dia. Apreciámos poder explorar os locais turísticos sem o calor do verão, embora possam ocorrer alguns dias chuvosos. A cidade apresenta alguma humidade e, por vezes, vento devido à sua localização costeira, mas o sol mantém-se presente durante o dia. No que diz respeito ao banho de mar, a época estende-se geralmente de junho a setembro, período durante o qual o mar está mais calmo e as praias são vigiadas.
A afluência em Casablanca
Praias como Tamaris e Dar Bouazza são muito frequentadas no verão, sobretudo por famílias dos bairros residenciais vizinhos. Recomendamos que chegue cedo aos fins de semana e durante as férias escolares para aproveitar os lugares de estacionamento ao longo da orla marítima, que ficam rapidamente ocupados. Fora da época de verão, o ambiente mantém-se mais tranquilo em todo o litoral.

Adaptar o seu itinerário em caso de chuva
Os dias de chuva em Casablanca não são frequentes, mas oferecem a oportunidade de fazer compras em centros comerciais como o Twin Center, o Anfa Place ou o Morocco Mall. Poderá também desfrutar de eventos culturais no Teatro Mohammed VI, no Studio des Arts vivants, no Cinema Rif ou no Instituto Francês de Casablanca. Os mercados típicos, como o Habous ou o Mercado Central, são frequentemente cobertos, constituindo uma boa alternativa em caso de chuva, tal como os museus da cidade: o Museu do Judaísmo Marroquino ou o Museu Abderrahman Slaoui podem ser facilmente visitados ao abrigo.
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