O Musée National de la Parure, em Rabat, é uma visita obrigatória para os fãs do artesanato e da cultura marroquina! Ficará cativado tanto pelo magnífico palácio do século XVII como pela variedade da coleção, que conta com 8.000 obras.
O museu distingue-se pela sua cenografia imersiva, oferecendo um percurso estruturado para compreender a evolução da joalharia tradicional e a diversidade dos estilos regionais.
Neste artigo, encontrará algumas dicas úteis para o ajudar a preparar a sua visita ao Museu Nacional da Joalharia em Rabat e a divertir-se imenso!

Esta é uma opinião completamente independente, baseada na nossa própria experiência. Visitámos a região de forma anónima, fazendo as nossas próprias escolhas e pagando as nossas contas na totalidade.
Porquê visitar o Museu Nacional da Joalharia?
O museu vale a pena? A nossa opinião:
Sim, este museu merece uma visita pela sua arquitetura, um elegante palácio real do século XVII que serve de vitrina a uma notável coleção de 8000 objectos de artesanato. Ficará cativado pela diversidade das exposições, desde jóias e trajes a armas e tapeçarias. Não perca esta visão colorida do saber-fazer marroquino através dos tempos!
É um dos melhores museus de Rabat e uma atração imperdível.

Porque é que o Musée National de la Parure é famoso?
MarrocosFundado em 1915, o Museu dos Oudayas é um dos mais antigos museus públicos de Marrocos.
A sua reputação deve-se, em particular, à sua excecional coleção de artesanato marroquino, 350 dos quais provenientes da coleção pessoal do Rei Mohammed VI. O museu alberga também um tesouro único no mundo: o colar Bizmoun, considerado a mais antiga peça de joalharia jamais descoberta, datada de há 150.000 anos.

Os nossos favoritos
Adorámos descobrir as armas cerimoniais (espingardas, punhais, sabres), consideradas verdadeiras jóias para os homens e parte do traje tradicional. O museu apresenta os trajes dostbouridauma tradição equestre espetacular em que os homens se vestem com trajes drapeados e espingardas ricamente ornamentadas, uma prova da sua bravura.

Resumo da história
A história do Museu Nacional da Joalharia estende-se por vários séculos, marcados por uma série de marcos importantes:
- 1672-1694: Construção do edifício sob o reinado do sultão Moulay Ismail
- 1917: Restauro completo pelo Serviço de Belas-Artes
- 2006: Anteriormente conhecido como Musée des Oudayas, dedicado à etnografia, o Museu especializa a sua coleção em joalharia.
- 2022: Restauração do museu e do jardim concluída

ONDE FICAR EM Rabat
Os nossos favoritos: bairros e hotéis
Distrito de Hassan
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Centro histórico de Rabat
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Marina de Rabat-Salé
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Acesso: Museu Nacional da Joalharia, Rabat
Onde se encontra o Museu dos Oudayas?
O Musée National de la Parure está situado no Kasbah des Oudayas, a nordeste da cidade de Rabat. Não perca uma visita aos Jardins Andaluzes, mesmo em frente ao museu, um refúgio de paz no coração da capital marroquina.

Como é que lá chego?
A partir da estação de Rabat-Ville, pode apanhar o autocarro (linha 102, paragem Mesquita Ashohada) e caminhar 15 minutos até ao Kasbah des Oudayas. No entanto, recomendamos que apanhe um táxi que o deixe diretamente em frente ao kasbah, pois é a forma mais prática de chegar ao museu.
Parque de estacionamento
O Kasbah des Oudayas é totalmente pedonal. Recomendamos-lhe que deixe o seu carro no hotel durante a sua visita. Se tal não for possível, o parque de estacionamento mais próximo é o de Plage de Rabat, a 9 minutos a pé da entrada do museu.
AS NOSSAS DICAS PARA ALUGAR UM CARRO EM Marrocos
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- Para uma maior escolha, reserve com antecedência.

Leia os nossos conselhos (em breve)
Conselhos úteis: duração, horários, alimentação…
Melhor altura para visitar
O Museu está aberto todo o ano! O espaço arejado e climatizado será particularmente apreciado nos dias quentes, mas a visita também será muito agradável no inverno.

Duração da visita e principais dificuldades
Recomendamos-lhe que reserve entre 1 e 2 horas para a sua visita, em função do seu interesse pelas colecções. A visita não apresenta dificuldades especiais e o acesso é garantido às pessoas com mobilidade reduzida.
Direção da visita
Basta seguir o itinerário cronológico bem concebido do museu e deixar-se guiar pelo seu olhar se uma determinada peça lhe chamar a atenção!

Visitas com crianças
Não encontrámos quaisquer instalações especiais para crianças, mas estas devem apreciar a imersão colorida oferecida por este museu.

Horário de abertura e preços
O museu está aberto todos os dias das 10h00 às 18h00, exceto às terças-feiras, e os preços são os seguintes
- Marroquinos com menos de 18 anos: 15dhs (MAD)
- Adultos marroquinos: 30dhs (MAD)
- Estrangeiros: 60dhs (MAD)
Para mais informações, consulte o sítio Web da Fondation Nationale des Musées aqui.
Visitas guiadas
De momento, o museu não oferece visitas guiadas, mas as etiquetas pedagógicas (em árabe, traduzidas para inglês e francês) são extremamente úteis para compreender a visita.
Note também que o museu oferece um grande programa de workshops (design de jóias, origami) e eventos (exposições temporárias, canto coral), que podem ser encontrados diretamente na sua conta Instagram.

Restauração
Não existem restaurantes no local, mas o Café Maure, a 2 minutos a pé, é uma instituição de Rabat. Apesar do seu ambiente turístico, recomendamos que pare aqui para tomar um chá de menta e comer bolos, com vista para a marina de Salé.

UM POUCO MAIS DE PACIÊNCIA
MarrocosTodas as fotografias, mapas, informações e endereços úteis de que necessita para tirar o máximo partido da sua estadia em breve estarão disponíveis num único livro eletrónico!
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Um museu instalado num palácio do século XVII
Antigo Dar al-makhzan, o edifício do Museu Nacional da Joalharia, em Rabat, foi uma residência imperial, utilizada pelo Sultão durante as suas estadias nas margens do Bouregreg. Ficámos cativados pela sua arquitetura baseada num pátio central, rodeado de grandes salas, constituindo um modelo notável da arte alauíta do século XVII.

Depois de ter compreendido a arquitetura do palácio, veja a profusão de ornamentações , do chão ao teto! Gostámos muito do diálogo entre os pavimentos em mosaico colorido e os motivos geométricos e florais entrelaçados em algumas paredes, que reflectem a perícia dos artesãos marroquinos.
Sem esquecer os tectos em marchetaria, onde varões montados formam elegantes caixotões poligonais.

Por fim, apreciará a harmonia entre a arquitetura do edifício e a forma como as colecções estão expostas. Uma menção especial deve ser feita às bases das vitrinas modernas, cuja ornamentação retoma os motivos tradicionais e cria uma continuidade subtil entre o espaço e a coleção.

Uma coleção excecional e variada
Assim que chegar, ficará cativado pela beleza das exposições. Entre a ornamentação minuciosa dos objectos (arcas, pentes, chinelos), o brilho das jóias e as cores cintilantes dos trajes tradicionais, não saberá para onde se virar!

Marrocos
Para além da beleza das colecções, impressionou-nos a variedade de objectos expostos, provenientes de diferentes regiões de , oferecendo uma visão abrangente deste património único. Ficámos surpreendidos, por exemplo, com a diversidade das Modelos de caftans, o traje tradicional em forma de T, largo, usado em todo o território de Marrocos, mas que varia de região para região. Por exemplo, em Fez, o corte é direito e os tecidos são refinados, por vezes adornados com bordados a fio de ouro, enquanto em Tetuão tem um corte largo e distingue-se pelos bordados khanjar em forma de punhal.

Uma das peças mais raras da coleção é, sem dúvida, o colar Bizmoun, considerado a peça de joalharia mais antiga do mundo, com 150.000 anos. Ficámos fascinados com este conjunto de 32 conchas perfuradas, descobertas em 2019 na gruta de Bizmoun, perto de Essaouira.

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Uma viagem imersiva ao coração das tradições marroquinas
Gostámos muito de ser guiados pelo museu. A visita bem pensada está dividida em 5 temas principais, com um conteúdo muito claro:
- A evolução histórica e o fabrico de jóias no Marrocos
- A história do traje marroquino
- Jóias para homem
- Fino Amazigh
- As especificidades regionais dos centros urbanos de produção de jóias.

Para além de proporcionar uma experiência fluida ao visitante, a cenografia do museu é sedutora pela sua simplicidade e requinte.
Apreciámos o facto de cada tema ser marcado por uma cor distinta e de os manequins se apresentarem dentro de grandes janelas de sacada, conferindo-lhes um toque de modernidade. Merecem especial destaque os efeitos de iluminação, que criam delicadas auréolas em torno das obras dentro das salas escuras, reforçando a sua presença.

O último trunfo do museu é a sua interpretação! Achámos os painéis pedagógicos muito bem concebidos, permitindo-nos aprender mais sobre ahistória das jóias e o seu simbolismo! Os vídeos de arquivo também complementam o conteúdo escrito.
Por exemplo, aprendemos que as jóias em Marrocos simbolizam o estatuto social de quem as usa. A joalharia rural é exclusivamente de prata e provém principalmente das oficinas do Anti-Atlas, enquanto a joalharia citadina é mais frequentemente de ouro e apresenta peças mais complexas, como o Taj (coroa nupcial) ou o Lebba (colar adornado com pedras preciosas).

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